Chamada Geral 2025 – 4º ano-Tarde

 

Cronograma
AtividadeDataHorárioParticipantes
Escola, Arte e CulturaSábado
1 de Novembro
10h às 12h30Alunos(as), educadores(as) e familiares
Atividade interna de socialização2ª feira
3 de Novembro
Período de aulaAlunos(as) e educadores(as)
Roda de Capoeira6ª feira
5 de Dezembro
16h30 às 18hAlunos(as), educadores(as) e familiares
Apresentação de Música 4ª feira
10 de Dezembro
11h às 12hAlunos(as), educadoras(es) e familiares

 

Escola, Arte e Cultura

Data: sábado, dia 1/11/2025
Horário: das 10h às 12h30
Participantes: alunos(as), educadores(as) e familiares do grupo

Esse encontro constitui um importante momento de apresentações, exposições e socializações de produtos e sínteses finais dos trabalhos das crianças da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I relativos à aprendizagem em diferentes áreas.

 

Livro de Contos Populares

 Sejam bem-vindos e bem-vindas à coletânea de textos do 4º ano-Tarde! Na publicação do grupo encontram-se, após diversas tentativas de enganar a Morte, os personagens do livro escrito pelos alunos e alunas.

A partir da leitura, discussão e reflexão sobre contos populares, as alunas e os alunos entraram em contato com este gênero literário. Após este momento de estudo, optaram pelas histórias de enganar a Morte e iniciaram o processo de escrita de seus próprios contos. “O que podemos fazer para tentar enganar a Morte?”, foi o questionamento de nossos(as) escritores(as) para a produção de suas histórias.

Esperamos que os leitores se divirtam, se assustem, questionem e celebrem a vida, antes que a Morte bata à porta; ou será que podemos realmente enganá-la?

 


Ilustração de Arthur Oliveira Valença

Profs. responsáveis: Bruna Giuliano e Gustavo Leopoldino

 

Máscaras africanas: Raízes da nossa história

Os alunos e alunas do 4º ano-Manhã e Tarde mergulharam nos estudos sobre a formação do povo brasileiro e entraram em contato com a rica história e cultura africana que nos influencia até hoje.

A ida ao Museu Afro Brasil foi fundamental para aprofundarem seus conhecimentos acerca da riqueza cultural africana. A apreciação das máscaras, suas funções e significados, instigaram e inspiraram os alunos e as alunas a realizarem a produção das máscaras aqui expostas, que os/as levou a uma viagem pelas raízes da identidade do povo brasileiro.

O trabalho artístico dessas máscaras foi possível graças à criatividade e dedicação dos alunos e das alunas, e à valiosa contribuição da professora Inessa, de Artes, que nos guiou na criação dessas obras incríveis.

As máscaras africanas são mais do que simples objetos artísticos; elas representam a espiritualidade, a ancestralidade, a comunidade, emoções e sentimentos. São utilizadas em rituais, cerimônias e celebrações para comunicar mensagens, contar histórias e preservar as tradições dos povos africanos. As crianças se inspiraram nesses significados para fantasiar seus próprios poderes e mensagens com suas máscaras.

Venha conosco explorar e reconhecer, nas produções das crianças, um pedacinho da diversidade e da riqueza cultural africana, que também nos levou a uma viagem pelas raízes da identidade do povo brasileiro.

Máscara de Olga Coutinho Fróes

 

Profs. responsáveis: Rosangela Garofalo e Cida Rodrigues; Bruna Giuliano e Gustavo Leopoldino; Inessa Oliveira (Artes)

 

Exposição de Artes – Monotipia Botânica e Isogravura

 As técnicas artesanais de reprodução da imagem são o eixo central de investigação do curso de Artes para as turmas do 4º ano. Dessa forma, as crianças exploraram, no 3º trimestre, a monotipia botânica e a isogravura.

Monotipia botânica: as linhas da natureza

No projeto de monotipia botânica, inicialmente as crianças foram convidadas a investigar as linhas presentes na natureza – folhas, troncos de árvore, animais – assim como as linhas presentes em nosso próprio corpo. Em seguida, exploraram o desenho na monotipia e sua transferência para o papel, assim como, a impressão direta de elementos naturais coletados na própria escola e no parque Buenos Aires.

Como referência artística, apreciamos as produções de Luiza Zelada, artista brasileira contemporânea cuja produção é voltada para a impressão botânica, revelando a beleza e a delicadeza das formas orgânicas.

Isogravura: o isopor como matriz

No projeto de isogravura, apresentamos impressões em tinta guache realizadas a partir de matrizes gravadas no isopor – uma técnica que se aproxima da xilogravura, na qual o desenho é entalhado na madeira.

Os desafios foram diversos: dominar a pressão da ponta seca para marcar o isopor, modular a espessura e profundidade das linhas, explorar as relações de positivo e negativo entre as marcas da matriz e seus resultados na impressão, bem como controlar a quantidade de tinta para entintar a matriz e a pressão das mãos sobre o papel ao imprimir cada cópia. Foram muitas e muitas tentativas, cada qual com suas descobertas e aprimoramentos.

Para inspirar nosso trabalho, analisamos as produções do artista indígena Jaider Esbell (1979-2021), em especial, sua obra “De onde surgem os sonhos”. Os sonhos, em geral, têm um lugar muito importante na vida dos povos originários, assumindo uma centralidade no cotidiano de diversas comunidades. Por meio dos sonhos, é possível conectar-se com outros mundos, espirituais e encantados, além de ser uma forma de produção de conhecimento. Durante a investigação, as crianças foram convidadas a mergulhar em seu universo onírico e imaginário na construção de suas matrizes.

Produção de Caetano Tito Salzedas

Profs. responsáveis: Inessa de Oliveira e Se Paz Suzuki

Atividades de socialização interna dos aprendizados

Data: segunda-feira, dia 3/11/2025
Horário: período de aula
Participantes: alunos(as) e educadores(as) de GI a 5º ano-Tarde

As atividades de socialização interna dos aprendizados e produções das crianças se caracterizam por encontros de troca de conhecimentos entre colegas de diferentes grupos/séries, um grande desafio nesse momento da escolaridade, que aos poucos deve prepará-las para encontros de socialização também com familiares e convidados(as).

Essas atividades partem do princípio de que temos o direito de conhecer com os outros e o dever de partilhar nossos conhecimentos.

As crianças se preparam para apresentar aos e às colegas de outros grupos/séries o percurso de um estudo realizado, mostrar suas produções e avaliar seu aprendizado. Nesse processo, se conscientizam do que aprenderam, de como aprenderam e da finalidade do que aprenderam.

Durante os encontros, é importante que os grupos se preocupem com o aprendizado dos(as) ouvintes, sendo ao mesmo tempo de extremo valor que as outras crianças participem como ouvintes interessadas, contribuindo com perguntas e comentários essenciais para o aprendizado comum.

Os encontros ocorrerão no ginásio, diante dos trabalhos expostos, em subgrupos que integrarão as crianças de GI a 5º ano no período regular de aula.  

 

Roda de Capoeira

Data: sexta-feira, dia 5/12/2025
Horário: das 16h30 às 18h
Participantes: alunos(as), educadores(as) e familiares familiares dos grupos
de 3º a 5º ano-Tarde

A Roda de Capoeira é um momento de reunião e confraternização em torno de rituais como o cumprimento, a ginga, os passos típicos, a complementaridade entre os jogadores, o movimento, o ritmo e a música. Ela já é uma tradição para muitas de nossas crianças, faz parte da nossa história e compõe nossa identidade.

Este encontro costuma contar com a participação de ex-alunos(as) e convidados(as) para compor a roda, tocando e cantando.

Professora e professor responsáveis: Suelena Francisca da Silva (Dofona) e Alcides Santos de Jesus (Bui)

 

Apresentação de Música

Data: quarta-feira, dia 10/12/2025
Horário: das 11h às 12h
Participantes: alunos(as), educadores(as) e familiares dos grupos de 4º e 5º ano-Manhã e Tarde

O As apresentações de música são construídas a partir de experiências vivenciadas ao longo do ano durante as aulas e cujo objetivo principal é o desenvolvimento das habilidades da escuta, percepção e domínio das linguagens artísticas e musicais por meio da prática e da expansão de repertórios. Entre outras coisas, foram trabalhados em sala de aula:

● Duração: pulso e divisão rítmica

● Altura: o desenho do som – grave, agudo, afinação, divisão de vozes

● Intensidade: interpretação, dinâmica

● Timbre: qualidade e personalidade do som

● Expressividade e Autonomia

● Relação corpo/voz e movimento

A situação de preparação/criação, ensaio e apresentação ou concerto possibilita também o aperfeiçoamento da performance e contribui para a avaliação dos processos por parte das professoras e para a autoavaliação da criança diante de suas conquistas.

Num grau crescente de desafios, nossas apresentações serão constituídas por recortes de aulas, pequenas canções da infância, adaptações de jogos rítmicos musicais tradicionais, canções da cultura popular de raiz e regionais, música de matriz africana e músicas do cancioneiro popular brasileiro.

Professoras responsáveis: Rosana Araújo e Luiza Villavicencio

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